[:pb]Micro-influenciadores digitais: eles vieram para ficar![:]

[:pb]Nos últimos anos, os influenciadores digitais ou creators, como preferir, deixaram claro, que vieram para ficar. Se alguns anos atrás a gente pensava apenas nos blogueiros como alguém capaz de influenciar as pessoas, a profusão de redes sociais ano a ano fez surgir novas e diversificadas categorias. Há os mais que reconhecidos Youtubers, os Snapchaters (ou você nunca ouviu falar da Thaynara OG?), e até os Viners já existiram e precisaram reencontrar o seu caminho com o fim da rede.

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Mas onde a sua marca entra nisso? Simples: em absolutamente tudo. A relação entre influenciadores e as marcas vive uma simbiose cada vez mais intensa. Marcas precisam dos influenciadores digitais para atingir um público qualificado. E influenciador não é uma profissão, mas sim uma consequência do bom relacionamento com o público e com as marcas.

E se nomes como Kéfera, Bruna Vieira, Christian Figueiredo, PC Siqueira e muitos outros se consolidaram como gigantes nos seus segmentos (e até fora dele, como é o caso da Kéfera, que levou mais de um milhão de pessoas ao cinema com seu filme), em 2017 a tendência é outra: a dos micro-influenciadores.

Com influenciadores com cada vez mais seguidores e cachês crescendo (merecidamente, diga-se de passagem) na mesma proporção e mais marcas entrando nesse jogo, a diversidade necessária para atingir exatamente o público buscado aumenta bastante. E, nesses casos, o influenciador gigante, com seguidores nos mais diversos setores, talvez não seja o ideal.

Os micro-influenciadores, por sua vez, são aqueles que aliam um trabalho de qualidade, com um público fiel. Tal público, mesmo que muito menor que os gigantes, ainda é acima da média do usuário comum. Em 2017, coloque esses novos e importantes influenciadores em suas estratégias de comunicação. Eles podem conversar exatamente com quem você está buscando.
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[:pb]Humanizar sempre![:]

[:pb]O tema desse texto pode até parecer batido, já que estamos falando sobre isso no mundo das redes sociais tem alguns anos. Mas com o crescimento das ferramentas de vídeos como o Snapchat, a humanização volta à pauta.

Mas vamos voltar um pouco no tempo e pensar nas outras redes, antes de chegar ao tão falado Snapchat. Redes sociais como o Twitter e o Facebook, são extremamente baseadas em textos. Ok, elas permitem imagens e isso ajuda bastante a tornar sua rede mais atraente e com unidade visual, mas é perfeitamente possível se trabalhar com fotos de banco de imagens, caso você não tenha aquele cenário lindo ou um fotógrafo à disposição.

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No caso do Youtube e do Snapchat – e dos vídeos do Facebook – a coisa muda de figura. Não dá para pegar conteúdos prontos, é preciso colocar a mão na massa e gerar conteúdo autoral. Aqui, em primeiro lugar, vale pegas as dicas do meu último post e entender qual é a rede social que sua marca se encaixa.

Feito isso, entra a magia das redes sociais. A humanização não necessariamente passa pela presença do porta-voz habitual para a mídia. Sua marca pode ter um foco mais feminino e um porta-voz masculino. E agora, como lidar?

Para começar, saiba qual é a voz que sua empresa terá. Mais jovem ou mais madura. Mais séria ou mais descolada. Mais masculina ou mais feminina. As opções são infinitas, mas elas precisam estar sempre bem claras, para você, para quem irá assumir a voz da marca e, com isso, para o público.

Estabelecido o público, será que existe internamente uma pessoa (ou mais de uma) que se encaixa nesse perfil? Se sim, ótimo. Invista em treinamento para essa pessoa que precisa ter sempre claro que por mais que ela tenha semelhanças com o perfil que a empresa quer transmitir, é importante ela entender que segue sendo o perfil da empresa e não o pessoal dela.

Outro ponto importante é: as pessoas já sabem que é uma rede social corporativa. Não precisa ficar o tempo todo falando e vendendo o produto ou o serviço da sua marca. Diversifique. Conheça qual o lifestyle que está ao redor daquele produto e gere conteúdo sobre ele. Assim, as inserções de produto serão muito mais orgânicas e mais interessantes ao público.

Agora que tal uma forcinha de um influenciador digital e deixar ele, por um período de tempo, assumir sua conta e levar um pouco da realidade e da rotina dele para a sua rede social? Se você escolheu um influenciador bem adequado ao perfil que traçou, certamente os assuntos dele também interessarão a quem te assiste.

Para fechar, autocrítica sempre. Saiba avaliar com frequência se aquele conteúdo é o ideal ou não. Se não for, repense, se reinvente, crie algo novo. Mas sempre sendo transparente com seu público. Com certeza vai ser sucesso.
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