[:pb]Relação com Influenciadores pede – cada vez mais – profissionalismo![:]

[:pb]Os influenciadores digitais, como o nome deixa bem claro, influenciam. Pessoas que, com suas vozes e opiniões, ganharam destaque na internet e, como era de se esperar, atraíram os olhares das marcas.

Brindes, jabás, convites para eventos, encontrinhos, publieditorial são apenas algumas das expressões que entraram no dicionário do relacionamento entre agências e influenciadores.

E, claro, como todo mercado, nem todo mundo segue a ética e a transparência que esse tipo de relação exige. A relação entre essas duas partes, por mais informal e amigável que seja, ainda é uma relação profissional. E isso exige que algumas normas sejam seguidas, afinal estamos falando de publicidade.

Do ponto de vista do influenciador, a questão ganha ainda a camada da reputação. Essa é sua mais poderosa ferramenta de trabalho e zelar por ela deve ser primordial. Por isso que, cada vez mais, os casos de publicidade velada devem sim ser expostos para que o consumidor, a ponta mais importante desse processo, não se sinta enganado.

A ABRADI – Associação Brasileira dos Agentes Digitais – recentemente lançou um Código de Conduta para agências digitais na contratação de influenciadores. Em poucas -e bem simples – dicas, o Código traz orientações para agências profissionalizarem ainda mais esse mercado. Algo que todas as partes no fim só terão a ganhar.
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[:pb]Micro-influenciadores digitais: eles vieram para ficar![:]

[:pb]Nos últimos anos, os influenciadores digitais ou creators, como preferir, deixaram claro, que vieram para ficar. Se alguns anos atrás a gente pensava apenas nos blogueiros como alguém capaz de influenciar as pessoas, a profusão de redes sociais ano a ano fez surgir novas e diversificadas categorias. Há os mais que reconhecidos Youtubers, os Snapchaters (ou você nunca ouviu falar da Thaynara OG?), e até os Viners já existiram e precisaram reencontrar o seu caminho com o fim da rede.

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Mas onde a sua marca entra nisso? Simples: em absolutamente tudo. A relação entre influenciadores e as marcas vive uma simbiose cada vez mais intensa. Marcas precisam dos influenciadores digitais para atingir um público qualificado. E influenciador não é uma profissão, mas sim uma consequência do bom relacionamento com o público e com as marcas.

E se nomes como Kéfera, Bruna Vieira, Christian Figueiredo, PC Siqueira e muitos outros se consolidaram como gigantes nos seus segmentos (e até fora dele, como é o caso da Kéfera, que levou mais de um milhão de pessoas ao cinema com seu filme), em 2017 a tendência é outra: a dos micro-influenciadores.

Com influenciadores com cada vez mais seguidores e cachês crescendo (merecidamente, diga-se de passagem) na mesma proporção e mais marcas entrando nesse jogo, a diversidade necessária para atingir exatamente o público buscado aumenta bastante. E, nesses casos, o influenciador gigante, com seguidores nos mais diversos setores, talvez não seja o ideal.

Os micro-influenciadores, por sua vez, são aqueles que aliam um trabalho de qualidade, com um público fiel. Tal público, mesmo que muito menor que os gigantes, ainda é acima da média do usuário comum. Em 2017, coloque esses novos e importantes influenciadores em suas estratégias de comunicação. Eles podem conversar exatamente com quem você está buscando.
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