Fazer live virou modinha… de violão

Segundo o Indicador de Confiança Digital (ICD) 2019 da Fundação Getúlio Vargas (FGV), para 41% dos jovens brasileiros, as mídias sociais causam sintomas como tristeza, ansiedade ou depressão. O próprio Facebook tomou providências ano passado e eliminou a visualização de curtidas no Instagram, a fim de tornar o espaço menos tóxico para a saúde mental.

Optar por fazer um detox digital pode ser plausível contra os sintomas citados, mas em momentos de isolamento e mudança de rotina, as mídias sociais são sim uma válvula de escape.

Até dois meses atrás, o brasileiro ouvia música em plataformas como Spotify para se distrair. Em virtude do confinamento social, esse hábito mudou. Com isso, o número de streamings de músicas caiu vertiginosamente.

Em contrapartida, o número de lives aumentou. Interessante notar que o recurso era usado até então apenas por algumas figuras públicas brasileiras – como o próprio presidente.

Nem precisamos de estatísticas para afirmar isso, todos sentimos o impacto em nossos perfis pessoais, principalmente no Instagram.

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São artistas, cantores e público geral fazendo lives para cantar, ler poemas, exercitar-se, contar histórias para crianças, conversar com amigos e compartilhar conhecimento. A geração de conteúdo ao vivo é a mais diversa possível. Com ou sem superproduções.

No quesito superprodução, os cantores sertanejos brasileiros estão à frente, e, inclusive, modificaram o estilo promovido por popstars internacionais ao criarem a “live de sala cheia”.

Pioneiro nesse estilo, o cantor Gusttavo Lima virou case de branding ao bater o recorde brasileiro de acessos simultâneos no YouTube. Foram 750 mil conexões ao mesmo tempo para assisti-lo tocar mais de 100 músicas, em 5 horas de show.

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Não bastando o sucesso na plataforma de vídeos, o cantor foi primeiro lugar nos assuntos mais comentados do mundo no Twitter e ficou em destaque no Instagram. Além disso, arrecadou R$ 100 mil e toneladas de donativos para instituições de caridade.

Tamanho êxito o fez programar uma nova live para os próximos dias, agora, inspirada num seriado sucesso de streamings da Netflix, “A Casa de Papel”.

No caso dele, vale ressaltar que os cuidados com relação à Covid-19 foram: redução da equipe de 20 para 5 pessoas e uso de EPIs como máscaras, luvas e álcool gel pela produção.

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Se Gusttavo Lima já havia quebrado recordes, Jorge e Mateus foram mais longe: reuniram 3 milhões de pessoas simultaneamente no YouTube (o vídeo do show já soma 39 milhões de views). Por meio de um QR Code, a dupla arrecadou 216 toneladas de alimentos e 10 mil frascos de álcool gel para doar à população carente.

Mas esses números estrondosos vieram acompanhados de polêmica: uma foto dos bastidores publicada no Twitter demostrou que o evento feito por conta da quarentena acabou promovendo aglomeração de pessoas. A transmissão teve cerca de 4h30 e, segundo a assessoria dos cantores, contou com uma equipe de 18 pessoas, mas em revezamento, e teve até garçom para servir os presentes. Todos estavam de luvas, máscaras e o local estava com vários frascos de álcool gel.

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Na contramão da moda de aproveitar a quarentena para fortalecer presença e repertório musical nas mídias sociais, Anitta afirmou que não fará lives para evitar polêmicas. Segundo ela, se não apresentar uma superprodução, as pessoas reclamarão. E se chamar uma equipe para entregar uma live maravilhosa, com cenário e luz, será fortemente criticada por furar o isolamento. Belo exemplo de social listening.

Por falar em listening de mídias sociais, há quem torça o nariz para o excesso de lives acontecendo atualmente.  E existe quem apoie, já que todo mundo tem o direito de lidar com o confinamento como quiser, inclusive fazendo uma live.

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Em minha opinião, quanto mais gente engajada digitalmente, melhor. Seja produzindo ou consumindo conteúdo, todos temos a ganhar. Ainda mais se o objetivo for diminuir sintomas como tristeza ou ansiedade trazidos pelo isolamento social.

Em vez de perder tempo cancelando pessoas por preferir um mundo com menos transmissões ao vivo, é preferível usar a internet com consumo de conteúdo relevante para você.

Afinal, nesse caso, seria melhor não se ver representado nos famosos versos cantados por Elis Regina “é você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem”.

Aceite que nada mais será como antes e siga exercendo o direto de assistir ou não a live que acontecerá no próximo minuto em qualquer umas das mídias sociais.

10 dicas valiosas para uma videoconferência profissional

Reunião agora só virtual! As relações corporativas estão ainda se adaptando ao novo cenário no Brasil e no mundo, em virtude do novo coronavírus, causador da Covid-19.

A videoconferência é uma das principais formas de comunicação, uma vez que permite aos envolvidos se verem, ouvirem e discutirem assuntos relevantes à empresa em tempo real. Mas, para que a videoconferência seja um sucesso, alguns cuidados são essenciais.

Clique e baixe o material gratuito com os 10 principais pontos de atenção e os principais aplicativos para reuniões virtuais:

10 DICAS VALIOSAS PARA UMA VIDEOCONFERÊNCIA PROFISSIONAL

 

Tem algo a dizer? Faça um vídeo!

A rotina mudou. Em virtude do novo Coronavírus (Covid-19), as relações se tornaram mais virtuais, por motivos de segurança e saúde pública. A comunicação continua sendo essencial e não pode parar. Em pleno 2020, nossa maior aliada é a tecnologia e, com ela, podemos nos expressar de diversas formas, incluindo a produção de conteúdos em vídeo.

Para gravar seu vídeo de forma eficaz, existem alguns cuidados importantes. Clique abaixo e faça download gratuito do material completo para produzir conteúdos em vídeo de forma eficaz:

TEM ALGO A DIZER? FAÇA UM VÍDEO!

Um convite a sermos resilientes

Há tempos temos falado muito sobre transformação digital, mas agora, devido à pandemia do Covid-19 e as recomendações de isolamento social, isso deixou de ser uma opção para virar necessidade. E, para aquelas empresas que estavam engatinhando nessa transformação, o atual momento talvez seja a oportunidade que faltava para que acelerem o processo.

Nesse caso, porém, a empatia, compreensão e gentileza (sim, sejamos gentis!), entre gestores, colaboradores e clientes será fundamental. Isso porque, antes de implementar qualquer estratégia digital, é preciso investir em uma mudança cultural dentro da organização. E, para essas empresas, não houve tempo para isso, não é verdade!

Sendo um pouco a Poliana, de Eleanor H. Porter, muitas das ações agora serão implementadas na base da tentativa e erro, mas muitas soluções criativas e inovadoras também podem surgir em meio ao caos. Não permita que a crise roube sua criatividade, aprenda a utilizá-la a seu favor.

Será primordial sair da zona de conforto e pensar em novos meios de comunicar, novos formatos de venda, canais, produtos e serviços que façam com que a organização passe por esse momento com o menor impacto negativo possível.

Independentemente do que acontecer, a experiência que vivemos agora fará com que a sociedade adote novos hábitos e comportamentos que irão mudar a forma como pensamos as empresas e os negócios. Isso é fato, mas não precisa ser um desespero.

Engaje seus colaboradores, ouça os seus clientes, convide todos a pensarem em como ser resilientes nesse momento. Assim como na história de Eleanor Hodgman Porter, “quando a meta é aproveitar o melhor da vida, olhá-la pelos olhos de Poliana pode ser um primeiro passo”.

 

“Quando Eleanor Hodgman Porter escreveu Poliana, em 1913, a ciência ainda não conhecia os efeitos positivos do otimismo na saúde física e mental das pessoas. Mas a sua receita de bem-estar permaneceu na lista dos livros mais vendidos por dois anos seguidos, e até hoje continua sendo uma fonte de inspiração para todas as idades. À época, como agora, Poliana foi descrita como dotada de um otimismo cego. A essa crítica, Eleanor teria respondido: ‘ Nunca acreditei que deveríamos negar o mal, a dor e o desconforto; apenas pensei que é muito melhor saudar o desconhecido com alegria’. Quando a meta é aproveitar o melhor da vida, olhá-la pelos olhos de Poliana pode ser um primeiro passo”.

Poliana; Porter, Eleanor H
Fonte: Livraria Saraiva

A tecnologia se mostra ainda mais necessária em momentos de crise

Todas as conversas, perguntas e buscas atualmente giram em torno do avanço na luta contra a COVID-19. Todos estamos preocupados com a saúde e o bem-estar de nossas famílias, amigos e comunidades.

A tecnologia nunca foi tão importante neste contexto. A comunicação por meios digitais se mostrou relevante para toda essa situação crítica e complexa que o mundo está enfrentando – desde o uso para serviços de emergência, até para entregas de alimentos, passando por milhões de pessoas trabalhando remotamente (Home Office). Além disso, se mostrou essencial para manter o contato entre as famílias, conectando entes queridos em torno de um afeto a distância, seja por meio de entretenimento, solidariedade ou mesmo no compartilhamento de informações e na educação.

O ser humano precisa manter o contato próximo com outras pessoas e a tecnologia tornou-se a grande aliada, com seus canais vitais de comunicação, em uma crise mundial sem precedentes.

O mundo nunca esteve tão unido e tão conectado, mesmo com a distância física.

As pessoas aproveitam para refletir também em como podem ajudar nesses tempos de crise mundial. Algumas atitudes simples podem ser feitas por nós, como manter o pagamento das diaristas mesmo liberando-as para ficarem em suas casas (o mais sensato a fazer). Ou mesmo ofertando um valor maior para os entregadores de supermercados e restaurantes.

De acordo com um estudo do Youpix, sobre o impacto do coronavírus no mercado de influência, muitas pessoas irão recorrer aos “creators favoritos” para obter novos conteúdos nas próximas semanas. É importante repensar sobre como temos disseminado informação correta para nossos seguidores. Ajudar a reduzir a transmissão do vírus e das fake news, e mais importante ainda, ajudar o povo a sair dessa quarentena com a saúde mental em dia.

Um exemplo bem legal, que merece compartilhamento, é de um cliente, a Nokia, que acaba de lançar um Fundo de Doação Global Coronavírus.

Este fundo, conforme explica o CEO da companhia, destina-se a apoiar instituições de caridade, hospitais, clínicas de saúde e outras organizações não-governamentais da linha de frente que estão liderando a luta contra a COVID-19 e tentando mitigar seu efeito sobre as comunidades. Outras empresas também estão fazendo sua parte, seja abrindo seus conteúdos para que as pessoas possam ter informação confiável, ou ainda oferecendo entretenimento para as famílias sobrevirem com seus filhos, sem tédio, em casa. Museus mundo afora possibilitando visitas virtuais e cursos gratuitos disponíveis para todos são outras opções.

É o mundo se unindo para salvar vidas.

Não tenho dúvidas que estaremos mais fortes e cheios de aprendizados depois dessa crise.

Vamos juntos enfrentar esse momento difícil com criatividade. Faça a sua parte e compartilhe o seu conhecimento e suas dicas também.

O que os executivos podem aprender com as entrevistas do Covid-19?

Há muitos anos que os brasileiros não assistem a tantas entrevistas, especialmente por imagem (seja na TV, internet ou outras mídias), movidos pela vontade e necessidade de se manter informado a respeito da Covid-19. Pelo que me lembro, a última vez que algo similar ocorreu foi na ocasião do fatídico Plano Collor, pois todos os brasileiros foram impactados e havia um absoluto desconhecimento e choque inicial (situação muito similar à atual).

Sem dúvida, é muito nítido como os bons entrevistados ajudam a transmitir uma informação de qualidade, confiável e fácil de se entender. Auxilia o trabalho dos jornalistas, realiza uma ação de utilidade pública e é adequadamente compreendido pela audiência. Credibilidade com conteúdo, essa é a percepção de quem assiste a essas entrevistas.

Por outro lado, um entrevistado que transmite insegurança, é prolixo ou confuso, se irrita no meio da entrevista, entre outras questões, perde a oportunidade de oferecer um bom conteúdo ou se posicionar como fonte confiável e respeitável. Pode ser que esse profissional detenha muito conhecimento, mas não consiga demonstrar essa profundidade frente a uma câmera ou microfone.

O profissional nasce sabendo dar uma boa entrevista ou se preparou para isso?

Como tantas outras habilidades profissionais, essa pode ser desenvolvida por técnicas adequadas, sendo a mais conhecida, aquela chamada de “media training”, mas que prefiro chamar de “preparação de porta-vozes”, pois prepara o profissional a se posicionar como porta-voz da empresa ou do assunto diante diversos públicos e situações.

Há empresas que realizam tais treinamentos anualmente com seus executivos por entenderem que é um excelente investimento. Quando bem conduzido, os executivos compartilham essa mesma percepção, pois é uma habilidade desenvolvida para a vida inteira, e não exclusivamente para entrevistas com a imprensa.

As oportunidades em que um executivo precisa se colocar adequadamente e responder perguntas são únicas, não se repetem da mesma maneira com as mesmas pessoas do outro lado. Se não forem bem aproveitadas, foram perdidas.

A cada sessão de treinamento que esse profissional faz, melhor ele fica, bem como a cada entrevista concedida, melhor o entrevistado deve ficar se tiver a humildade e a atenção de perceber seus pontos a serem aprimorados.

Participar de um “media training” não é se preparar para enganar ninguém, mas aprender a oferecer o melhor conteúdo para cada público, com objetividade, segurança e serenidade.

Se durante e após o auge dessa pandemia os investimentos serão revistos, cabe lembrar como foi convincente ouvir as boas entrevistas de alguns porta-vozes oficiais e avaliar se o seu cliente o vê da mesma maneira. Aprimorar essa habilidade é prioridade, especialmente em situações de crises.

Home Office: como torná-lo motivador e produtivo

 

Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, diversas empresas adotaram o home office integral para seus colaboradores. A ideia é protegê-los da contaminação pelo novo Coronavírus, causador do Covid-19.

Preparamos dois documentos com dicas e uma lista de ferramentas digitais para ajudar neste processo.

Faça seu download gratuito nos links abaixo:

Trabalho Remoto: Como Torná-lo Motivador e Produtivo

Abastecimento e Entretenimento em Tempos de Home Office