[:pb]Micro-influenciadores digitais: eles vieram para ficar![:]

03/01/2017 por LVBA Comunicação

[:pb]Nos últimos anos, os influenciadores digitais ou creators, como preferir, deixaram claro, que vieram para ficar. Se alguns anos atrás a gente pensava apenas nos blogueiros como alguém capaz de influenciar as pessoas, a profusão de redes sociais ano a ano fez surgir novas e diversificadas categorias. Há os mais que reconhecidos Youtubers, os Snapchaters (ou você nunca ouviu falar da Thaynara OG?), e até os Viners já existiram e precisaram reencontrar o seu caminho com o fim da rede.

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Mas onde a sua marca entra nisso? Simples: em absolutamente tudo. A relação entre influenciadores e as marcas vive uma simbiose cada vez mais intensa. Marcas precisam dos influenciadores digitais para atingir um público qualificado. E influenciador não é uma profissão, mas sim uma consequência do bom relacionamento com o público e com as marcas.

E se nomes como Kéfera, Bruna Vieira, Christian Figueiredo, PC Siqueira e muitos outros se consolidaram como gigantes nos seus segmentos (e até fora dele, como é o caso da Kéfera, que levou mais de um milhão de pessoas ao cinema com seu filme), em 2017 a tendência é outra: a dos micro-influenciadores.

Com influenciadores com cada vez mais seguidores e cachês crescendo (merecidamente, diga-se de passagem) na mesma proporção e mais marcas entrando nesse jogo, a diversidade necessária para atingir exatamente o público buscado aumenta bastante. E, nesses casos, o influenciador gigante, com seguidores nos mais diversos setores, talvez não seja o ideal.

Os micro-influenciadores, por sua vez, são aqueles que aliam um trabalho de qualidade, com um público fiel. Tal público, mesmo que muito menor que os gigantes, ainda é acima da média do usuário comum. Em 2017, coloque esses novos e importantes influenciadores em suas estratégias de comunicação. Eles podem conversar exatamente com quem você está buscando.
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