Tem algo a dizer? Faça um vídeo!

A rotina mudou. Em virtude do novo Coronavírus (Covid-19), as relações se tornaram mais virtuais, por motivos de segurança e saúde pública. A comunicação continua sendo essencial e não pode parar. Em pleno 2020, nossa maior aliada é a tecnologia e, com ela, podemos nos expressar de diversas formas, incluindo a produção de conteúdos em vídeo.

Para gravar seu vídeo de forma eficaz, existem alguns cuidados importantes. Clique abaixo e faça download gratuito do material completo para produzir conteúdos em vídeo de forma eficaz:

TEM ALGO A DIZER? FAÇA UM VÍDEO!

Um convite a sermos resilientes

Há tempos temos falado muito sobre transformação digital, mas agora, devido à pandemia do Covid-19 e as recomendações de isolamento social, isso deixou de ser uma opção para virar necessidade. E, para aquelas empresas que estavam engatinhando nessa transformação, o atual momento talvez seja a oportunidade que faltava para que acelerem o processo.

Nesse caso, porém, a empatia, compreensão e gentileza (sim, sejamos gentis!), entre gestores, colaboradores e clientes será fundamental. Isso porque, antes de implementar qualquer estratégia digital, é preciso investir em uma mudança cultural dentro da organização. E, para essas empresas, não houve tempo para isso, não é verdade!

Sendo um pouco a Poliana, de Eleanor H. Porter, muitas das ações agora serão implementadas na base da tentativa e erro, mas muitas soluções criativas e inovadoras também podem surgir em meio ao caos. Não permita que a crise roube sua criatividade, aprenda a utilizá-la a seu favor.

Será primordial sair da zona de conforto e pensar em novos meios de comunicar, novos formatos de venda, canais, produtos e serviços que façam com que a organização passe por esse momento com o menor impacto negativo possível.

Independentemente do que acontecer, a experiência que vivemos agora fará com que a sociedade adote novos hábitos e comportamentos que irão mudar a forma como pensamos as empresas e os negócios. Isso é fato, mas não precisa ser um desespero.

Engaje seus colaboradores, ouça os seus clientes, convide todos a pensarem em como ser resilientes nesse momento. Assim como na história de Eleanor Hodgman Porter, “quando a meta é aproveitar o melhor da vida, olhá-la pelos olhos de Poliana pode ser um primeiro passo”.

 

“Quando Eleanor Hodgman Porter escreveu Poliana, em 1913, a ciência ainda não conhecia os efeitos positivos do otimismo na saúde física e mental das pessoas. Mas a sua receita de bem-estar permaneceu na lista dos livros mais vendidos por dois anos seguidos, e até hoje continua sendo uma fonte de inspiração para todas as idades. À época, como agora, Poliana foi descrita como dotada de um otimismo cego. A essa crítica, Eleanor teria respondido: ‘ Nunca acreditei que deveríamos negar o mal, a dor e o desconforto; apenas pensei que é muito melhor saudar o desconhecido com alegria’. Quando a meta é aproveitar o melhor da vida, olhá-la pelos olhos de Poliana pode ser um primeiro passo”.

Poliana; Porter, Eleanor H
Fonte: Livraria Saraiva

A tecnologia se mostra ainda mais necessária em momentos de crise

Todas as conversas, perguntas e buscas atualmente giram em torno do avanço na luta contra a COVID-19. Todos estamos preocupados com a saúde e o bem-estar de nossas famílias, amigos e comunidades.

A tecnologia nunca foi tão importante neste contexto. A comunicação por meios digitais se mostrou relevante para toda essa situação crítica e complexa que o mundo está enfrentando – desde o uso para serviços de emergência, até para entregas de alimentos, passando por milhões de pessoas trabalhando remotamente (Home Office). Além disso, se mostrou essencial para manter o contato entre as famílias, conectando entes queridos em torno de um afeto a distância, seja por meio de entretenimento, solidariedade ou mesmo no compartilhamento de informações e na educação.

O ser humano precisa manter o contato próximo com outras pessoas e a tecnologia tornou-se a grande aliada, com seus canais vitais de comunicação, em uma crise mundial sem precedentes.

O mundo nunca esteve tão unido e tão conectado, mesmo com a distância física.

As pessoas aproveitam para refletir também em como podem ajudar nesses tempos de crise mundial. Algumas atitudes simples podem ser feitas por nós, como manter o pagamento das diaristas mesmo liberando-as para ficarem em suas casas (o mais sensato a fazer). Ou mesmo ofertando um valor maior para os entregadores de supermercados e restaurantes.

De acordo com um estudo do Youpix, sobre o impacto do coronavírus no mercado de influência, muitas pessoas irão recorrer aos “creators favoritos” para obter novos conteúdos nas próximas semanas. É importante repensar sobre como temos disseminado informação correta para nossos seguidores. Ajudar a reduzir a transmissão do vírus e das fake news, e mais importante ainda, ajudar o povo a sair dessa quarentena com a saúde mental em dia.

Um exemplo bem legal, que merece compartilhamento, é de um cliente, a Nokia, que acaba de lançar um Fundo de Doação Global Coronavírus.

Este fundo, conforme explica o CEO da companhia, destina-se a apoiar instituições de caridade, hospitais, clínicas de saúde e outras organizações não-governamentais da linha de frente que estão liderando a luta contra a COVID-19 e tentando mitigar seu efeito sobre as comunidades. Outras empresas também estão fazendo sua parte, seja abrindo seus conteúdos para que as pessoas possam ter informação confiável, ou ainda oferecendo entretenimento para as famílias sobrevirem com seus filhos, sem tédio, em casa. Museus mundo afora possibilitando visitas virtuais e cursos gratuitos disponíveis para todos são outras opções.

É o mundo se unindo para salvar vidas.

Não tenho dúvidas que estaremos mais fortes e cheios de aprendizados depois dessa crise.

Vamos juntos enfrentar esse momento difícil com criatividade. Faça a sua parte e compartilhe o seu conhecimento e suas dicas também.

O que os executivos podem aprender com as entrevistas do Covid-19?

Há muitos anos que os brasileiros não assistem a tantas entrevistas, especialmente por imagem (seja na TV, internet ou outras mídias), movidos pela vontade e necessidade de se manter informado a respeito da Covid-19. Pelo que me lembro, a última vez que algo similar ocorreu foi na ocasião do fatídico Plano Collor, pois todos os brasileiros foram impactados e havia um absoluto desconhecimento e choque inicial (situação muito similar à atual).

Sem dúvida, é muito nítido como os bons entrevistados ajudam a transmitir uma informação de qualidade, confiável e fácil de se entender. Auxilia o trabalho dos jornalistas, realiza uma ação de utilidade pública e é adequadamente compreendido pela audiência. Credibilidade com conteúdo, essa é a percepção de quem assiste a essas entrevistas.

Por outro lado, um entrevistado que transmite insegurança, é prolixo ou confuso, se irrita no meio da entrevista, entre outras questões, perde a oportunidade de oferecer um bom conteúdo ou se posicionar como fonte confiável e respeitável. Pode ser que esse profissional detenha muito conhecimento, mas não consiga demonstrar essa profundidade frente a uma câmera ou microfone.

O profissional nasce sabendo dar uma boa entrevista ou se preparou para isso?

Como tantas outras habilidades profissionais, essa pode ser desenvolvida por técnicas adequadas, sendo a mais conhecida, aquela chamada de “media training”, mas que prefiro chamar de “preparação de porta-vozes”, pois prepara o profissional a se posicionar como porta-voz da empresa ou do assunto diante diversos públicos e situações.

Há empresas que realizam tais treinamentos anualmente com seus executivos por entenderem que é um excelente investimento. Quando bem conduzido, os executivos compartilham essa mesma percepção, pois é uma habilidade desenvolvida para a vida inteira, e não exclusivamente para entrevistas com a imprensa.

As oportunidades em que um executivo precisa se colocar adequadamente e responder perguntas são únicas, não se repetem da mesma maneira com as mesmas pessoas do outro lado. Se não forem bem aproveitadas, foram perdidas.

A cada sessão de treinamento que esse profissional faz, melhor ele fica, bem como a cada entrevista concedida, melhor o entrevistado deve ficar se tiver a humildade e a atenção de perceber seus pontos a serem aprimorados.

Participar de um “media training” não é se preparar para enganar ninguém, mas aprender a oferecer o melhor conteúdo para cada público, com objetividade, segurança e serenidade.

Se durante e após o auge dessa pandemia os investimentos serão revistos, cabe lembrar como foi convincente ouvir as boas entrevistas de alguns porta-vozes oficiais e avaliar se o seu cliente o vê da mesma maneira. Aprimorar essa habilidade é prioridade, especialmente em situações de crises.

Covid-19 – Distanciamento Social

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde para a contenção do novo Coronavírus (Covid-19) é o distanciamento social, por meio do isolamento e quarentena.

Para ajudar, clique e faça download gratuito deste material que traz informações e dicas para tornar o período de distanciamento social mais leve e produtivo:

DISTANCIAMENTO SOCIAL E DICAS ÚTEIS

 

Contra o vírus, música!

A pandemia de Covid-19 é algo que está deixando todos aflitos e, por recomendação da Organização Mundial da Saúde, o isolamento social é necessário para evitar a propagação do vírus.

Em momentos como este, precisamos a todo custo fortalecer nossa imunidade. E um importante estudo de Fancourt, Ockelford e Belai (2014), sobre psiconeuroimunologia da música, aponta para o papel central das vias de estresse em associar a música a uma resposta imune.

Então, como aplicar a música ao esquema de Home Office, que muitas empresas estão adotando nesta época, e promover a interação diária dos membros da equipe que estão sozinhos em suas casas? Uma playlist colaborativa é uma ótima solução 🙂

As plataformas Spotify Deezer tem essa opção! 😀

Cada um vai dividir seu gosto musical com o resto do grupo e conhecer novos ritmos, estilos musicais e artistas.

A música vai interligar as pessoas, promover um momento de descontração e auxiliar na concentração no trabalho. Afinal, quem nunca colocou um fone de ouvido para se concentrar em algo e não ouvir barulhos externos?

Promovam isso em suas empresas. Na LVBA Comunicação, sugeri a iniciativa e estamos fazendo isso!

Cuidem-se, ficaremos mais fortes depois de tudo isso. <3

Caso queira ouvir a playlist criada por nossa equipe, acesse:

 

Nathalie Compoy – Assistente de Atendimento na LVBA Comunicação

Robôs em home office? Não, né!

Não me venham com este papo de transformação digital. Perdão, Antonio Salvador e Daniel Castanho , exímios professores que conduziram um curso recente, na StartSe, sobre este assunto.

Até uma semana atrás, eu falava em transformação organizacional, mas hoje vejo que estamos no meio da maior transformação social que passa, seguramente, por uma transformação individual.

Ontem, Felipe Malta Lefevre, empresário dura e cruelmente impactado pelo atual cenário, refletia sobre como deveria explicar à filha de quatro anos, a quem sempre ensinou a cumprimentar, abraçar e beijar pessoas, que agora não era mais para fazer isso. E como será quando voltar a ser possível retomar esse hábito. Será que as pessoas ainda buscarão afeto nos abraços?

Há muito a se pensar. Como manteremos nosso calor latino, sem abraços e nem beijos? Toques de cotovelo ou nos pés terão o mesmo efeito? Suprirão nossas necessidades afetivas?

Qual o papel das empresas neste contexto maluco? Grande parte das equipes começa a atuar remotamente e não será por um curto período. Em seus home offices, as pessoas passarão a conviver durante muitas horas diárias com filhos, companheiros e cônjuges. Com o tempo, como ficarão essas relações? E a sensação de estar privado da convivência social? Do cafezinho nos corredores das empresas, dos happy hours com a turma e da pizza na companhia de familiares idosos? Como reagiremos a tudo isso?

Agora é o momento das empresas colocarem em prática seus valores. Quantas não afirmam que “pessoas” são seus valores e nunca entenderam que remunerá-las dignamente nunca foi atestado de valores na veia.

Qual seria a solução para isso? Criar redes virtuais de presença. Nesse aspecto, a transformação digital é essencial (ponto positivo para os professores!) e são várias empresas que tornaram suas ferramentas acessíveis para isso. Promover trocas de ideias, momentos de happy hour com cada um na sua casa, fazer comemorações remotas, estimular as equipes a apresentaram seus novos “colegas de trabalho”, que podem ser pessoas, bichos, plantas ou quadros…. E, como bem organizou aqui na LVBA a pequena-grande Nathalie Campoy, uma playlist colaborativa no Spotfy. Vale deixar a criatividade voar, tendo como objetivo suprir as relações pessoais.

A cada dia tenho mais certeza de que o mundo é “de gente pra gente” e gente será sempre analógica e vai sempre precisar de afeto, seja no abraço ou com o suporte de tecnologia. Só não podemos pensar que equipes remotas são robôs cumpridores de prazos e em permanente controle para que não confundam home office com day off.

Home Office: como torná-lo motivador e produtivo

 

Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, diversas empresas adotaram o home office integral para seus colaboradores. A ideia é protegê-los da contaminação pelo novo Coronavírus, causador do Covid-19.

Preparamos dois documentos com dicas e uma lista de ferramentas digitais para ajudar neste processo.

Faça seu download gratuito nos links abaixo:

Trabalho Remoto: Como Torná-lo Motivador e Produtivo

Abastecimento e Entretenimento em Tempos de Home Office