[:pb]Relação com Influenciadores pede – cada vez mais – profissionalismo![:]

[:pb]Os influenciadores digitais, como o nome deixa bem claro, influenciam. Pessoas que, com suas vozes e opiniões, ganharam destaque na internet e, como era de se esperar, atraíram os olhares das marcas.

Brindes, jabás, convites para eventos, encontrinhos, publieditorial são apenas algumas das expressões que entraram no dicionário do relacionamento entre agências e influenciadores.

E, claro, como todo mercado, nem todo mundo segue a ética e a transparência que esse tipo de relação exige. A relação entre essas duas partes, por mais informal e amigável que seja, ainda é uma relação profissional. E isso exige que algumas normas sejam seguidas, afinal estamos falando de publicidade.

Do ponto de vista do influenciador, a questão ganha ainda a camada da reputação. Essa é sua mais poderosa ferramenta de trabalho e zelar por ela deve ser primordial. Por isso que, cada vez mais, os casos de publicidade velada devem sim ser expostos para que o consumidor, a ponta mais importante desse processo, não se sinta enganado.

A ABRADI – Associação Brasileira dos Agentes Digitais – recentemente lançou um Código de Conduta para agências digitais na contratação de influenciadores. Em poucas -e bem simples – dicas, o Código traz orientações para agências profissionalizarem ainda mais esse mercado. Algo que todas as partes no fim só terão a ganhar.
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[:pb]Posicionamento de Marca – Uma tendência de Marketing[:]

[:pb]Para falamos desse tema – tão em alta nos dias atuais – precisamos, primeiramente, entender que posicionamento de marca não se cria, posicionamento se define. Não podemos, simplesmente, inventar um. É necessário estudar sobre a cultura, os valores e o perfil de público da empresa para, a partir disso, segmentá-la.

Posicionamento é ser parte de um movimento, defender uma causa que apoia ou acredita e tornar isso visível aos consumidores. O posicionamento é quem decide o rumo que a imagem da marca irá seguir no mercado. Marcas bem posicionadas tem maior probabilidade de crescimento e fortalecimento, pois criam identificação. O público se enxerga como parte importante para aquela marca.

Por meio de conceitos de marca e estratégia competitiva define-se como a empresa se posicionará e como se diferenciará em meio a tantos concorrentes e informações. Essa diferenciação deve acompanhar o ciclo do produto a ser anunciado, por exemplo. Caso contrário um consumidor mais exigente – ou mais antenado às tendências – pode perder interesse e dar preferência ao seu concorrente.

Devemos pensar nas marcas como pessoas – ambas têm personalidade própria que devem ser levados em consideração para que haja um relacionamento verdadeiro e forte, caso contrário, forma-se em um abismo entre marca e público. Um perfil inatingível faz o consumidor se sentir frustrado.

Para ter um posicionamento eficaz, a empresa deve, primeiramente, entender a si mesma, de acordo com seus valores e personalidade. Na sequência, deve estar atenta em manter uma comunicação sincera em todos os seus pontos de atendimento, como lojas, sac e público interno. Além disso, deve procurar defender apenas causas que realmente apoie, garantindo assim confiança e credibilidade com seus clientes. Ficar “em cima do muro” como marca atualmente, não é tão lucrativo, já que as pessoas buscam afinidade com as marcas.

Por fim, repense sempre que necessário o Branding (gerenciamento e estratégia de marca) de sua empresa a fim de fortalecer sua pregnância e relacionamento com os consumidores.
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