[:pb]Mapeamento de riscos reputacionais, mercadológicos, políticos e legais na Era da Hiperconectividade[:]

[:pb]Prospectiva Consultoria, TozziniFreire Advogados, Tree Intelligence Consultoria e Inteligência e LVBA Comunicação convidam para o debate Mapeamento de Riscos Reputacionais, Mercadológicos, Políticos e Legais na Era da Hiperconectividade.

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A sociedade, ONGs e os órgãos públicos foram empoderados pelo mundo digital criando novos influenciadores e espaços de debates capazes de derrubar marcas e segmentos de negócios. As empresas precisam acompanhar essa mudança para sobreviver, identificando e acompanhando temas críticos e influenciadores (alguns até improváveis) para se antever a crises e enxergar oportunidades competitivas.

Em uma única mesa, quatro especialistas debatem o assunto:

Ricardo Sennes, sócio diretor da Prospectiva, especialista em cenários políticos e econômicos, formulação e implementação de políticas públicas e avaliação de seus impactos nas empresas. Doutor em Ciência Política, coordenador geral do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional (Gacint) da USP, parceiro não residente do programa latino americano do Atlantic Council, membro do Conselho de Assuntos Estratégicos da FIESP, do Conselho da Revista Foreign Affairs (México e EUA) e comentarista do Jornal da Cultura.

Shin Jae Kim, advogada, membro dos Comitês Executivo e de Gestão de TozziniFreire, concentra sua atuação nas áreas de fusões e aquisições, societária, compliance e situações que envolvam relações com órgãos governamentais e investigações corporativas. Recomendada pelos guias jurídicos Chambers Global, Chambers Latin America, Legal 500, Who’s Who Legal, Latin Lawyer 250, PLC Which Lawyer e pelo Latin Lawyer Masters of M&A e reconhecida pelo LACCA Approved 2016: Melhores Advogados para se trabalhar em Anti-Corrupção e Compliance na América Latina. Premiada com o International Compliance Professional Award, pela Society of Corporate Compliance and Ethics.

Ignácio Garcia, co-fundador e CEO da Tree Intelligence, é antropólogo social com 10 anos de experiência em consultoria sobre inteligência de redes aplicada ao mapeamento de influenciadores e monitoramento de riscos, campanhas e tendências no mundo digital. Atualmente lidera projetos globais de mapeamento e monitoramento para organizações como a OMS, Coca Cola, Mondelez e Natura. Clientes, analistas e parceiros estratégicos colaboram remotamente por meio da plataforma proprietária de inteligência de redes LivingNethos.

Gisele Lorenzetti, diretora geral da LVBA Comunicação, especialista em comunicação para fortalecimento e construção de reputação de grandes empresas, relacionamento com influenciadores e gestão de crises. Fundadora e ex-presidente do conselho da Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação e atual integrante do Comitê de Estudos de Gerenciamento de Crises da LEC – Legal, Ethics and Compliance. É uma das 10 profissionais mais admiradas no segmento de comunicação corporativa segundo estudo prScope no Brasil.

Data: 4 de outubro, terça-feira
Horário: das 8h30 às 11h
Local: TozziniFreire Advogados – R. Borges Lagoa, 1328 – Vila Mariana – São Paulo / SP
Estacionamento no local
Vagas limitadas / evento gratuito
Informações: debate@lvba.com.br[:]

[:pb]Gere valor para a comunicação que você faz[:]

[:pb]Mesmo trabalhando há mais de 20 anos em Comunicação Corporativa ainda me deparo com muitas organizações que, por um motivo ou outro, ainda não organizam e planejam a sua comunicação de forma global e sistêmica, restringindo a ações que nem sempre estão em sinergia com os objetivos do seu negócio.

Aplicar metodologias de mensuração, que levam à uma gestão eficaz da comunicação, são de fundamental importância para a obtenção de resultados que, a médio e longo prazos, geram valor à marca e reputação de uma organização, tirando a subjetividade e a dimensão operacional da comunicação.

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Assim, quando tratamos de mensuração da comunicação, é imprescindível planejar. E planejar significa definir objetivos claros do que pretendemos alcançar, qual o posicionamento desejado com as ações de comunicação. E para percorrer este caminho, a fixação de metas e indicadores – sejam qualitativos ou quantitativos – são também necessários para gerir a comunicação, a partir dos dos dados e informações obtidos por meio destes.

É, portanto, ponto de importância número 1, que o Planejamento de Comunicação esteja alinhado aos objetivos de negócio da organização, sendo essencial a participação da Comunicação no time de gestão estratégica. Só assim, a comunicação irá gerar resultados tangíveis e valor em termos de imagem e reputação institucional.

Por isso, o profissional de comunicação precisa entender e desenvolver competências para ocupar uma posição de estrategista e não de um fazedor. Com a análise dos resultados, replanejar a comunicação é saber gerir. É não esperar os resultados abaixo das metas ou negativos se repetirem. E sim, é preciso conhecimento e dados para mudar a rota quanto necessário.

Aqui na LVBA, nosso time age assim. Há alguns anos, por meio de uma equipe multidisciplinar com profissionais entre os quais de comunicação, tecnologia, entre outros, foi desenvolvida a nossa reconhecida metologia IDIM® – Índice de Desempenho Institucional e Marca, que com a evolução do mercado de comunicação, provou ser eficiente na mensuração dos resultados e, por consequência, na gestão da comunicação. Inspirada no BSC – Baleced Scorecard (dos professores Kaplan e David P. Norton da Harvard Business School), comprova a efetividade das ações de comunicação, por meio do planejamento colocado em prática, e sempre alinhado ao posicionamento que se deseja alcançar.

Quer saber mais sobre o IDIM®? Entre em contato com a gente e vamos te mostrar que as planilhas em excel são excelentes amigas da comunicação. Planeje, defina objetivos e metas, analise resultados e replaneje. Gere valor para a comunicação que você faz.
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[:pb]Vida profissional, pessoal e o diálogo [:]

[:pb]A frase “A maioria das pessoas não escutam com a intenção de compreender; elas escutam com a intenção de responder” nunca fez tanto sentido. Acredito que não tenha ninguém que desconheça o que eu quero dizer com isso, principalmente no ano da “desconstrução” e da polarização política. Ano em que eu, você e seu colega aí do lado, estamos sendo inundados com publicações no Facebook sobre os mais variados assuntos, nos quais todos expõem suas versões de verdades universais.

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Você deve estar se perguntando: mas por que escrever sobre isso em um blog de relações públicas? Bom, a comunicação, hoje, é uma conversa de duas vias, e as Relações Públicas precisam reivindicar o seu legítimo papel na iniciação e interpretação do que é o diálogo.

Nosso país não é estranho à corrupção, ao preconceito, ao machismo e a desigualdade. E, apesar de nossos contínuos protestos, publicações revoltadas e luta por leis mais rígidas, às vezes podemos sentir como se estivéssemos lutando uma batalha perdida. Este esforço cobra um pedágio: a revolta.

E a revolta, em todas as suas manifestações, pode causar extrema ansiedade, sentimento de impotência e desconfiança, que nos impede de dialogar.

Como profissionais de comunicação e relações públicas, atendemos clientes que são membros da sociedade multicultural em que vivemos e trabalhamos. É esperado de nós como profissionais aprender sobre cada um deles, compreender e respeitar as suas necessidades, permanecermos abertos para as suas perspectivas e sentimentos, e entregar valor e resultados, tudo pautado na ética e no diálogo. Da mesma forma com que fazemos isso nas nossas vidas profissionais, precisamos ser capazes de reconhecer-nos, e trabalhar para manter uma ética de trabalho e de vida inclusiva e humana.

No ambiente corporativo, mais do que montar uma equipe competente, as empresas devem prezar por um time que dialoga: e uma comunicação transparente faz a diferença nesse processo.

E no fim das contas, se fala tanto em como a nossa vida pessoal pode contribuir para a vida profissional e se esquece que a recíproca é verdadeira. Então, gostaria de propor um desafio, que sejamos nós, os percursores dessa era do diálogo, não só no trabalho, mas nas nossas redes sociais também. Que a gente traga a nossa capacidade de gerar valor e uma diferente perspectiva de relações públicas não só para as organizações a que atendemos, mas para a sociedade.

E você, quer trazer mais valor a esta mensagem? Deixe seu comentário.

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[:pb]Relacionamento não sai de moda[:]

[:pb]Uma das maiores lembranças nos meus quase dez anos de atuação no mercado de Relações Públicas/Assessoria de Imprensa foi uma conversa sincera com um dos clientes que eu mais admiro profissionalmente. Relembrando o processo de seleção para decidir quem ocuparia a vaga de Executivo de Atendimento, no qual eu fui selecionada na época, ele me disse “o processo estava cercado de bons profissionais, alguns até com mais experiência, mas você ganhou minha confiança quando disse que o RELACIONAMENTO é a chave do trabalho de PR”.

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Parando para refletir, especialmente com as mudanças que a “imprensa” tem enfrentado nos últimos anos, percebo que o relacionamento é – a cada dia – uma das ferramentas mais importantes neste processo. Com a saúde financeira dos veículos cada vez mais complicada, espaços espontâneos se tornam raros e ter um bom relacionamento pode pesar nos resultados. E, no meio desse cenário, surge mais um público essencial para esse relacionamento: os influenciadores digitais, que pedem uma maneira diferente de contato.

Representando o que há de mais próximo ao comportamento do consumidor, os influenciadores digitais ganham a cada dia mais relevância. Segundo dados do Sprout Social, 74% dos consumidores dependem das redes sociais para decidir sobre uma compra. Para atingir este público, além de conteúdos e produtos de qualidade é preciso saber como se relacionar com eles. E, aqui, não estamos falando mais de empresas de comunicação, mas de pessoas. Saber especificidades como nome dos filhos, programas que gostam, tipo de pele, manequim e até mesmo hobbys e um pouco sobre a vida amorosa. Cada detalhe e amenidade interfere na forma como o influenciador prefere e deve ser abordado.

Neste momento cabe colocar alguns limites, para os dois lados. Trabalhando com influenciadores digitais há pouco mais de um ano, já passei por algumas situações inusitadas. Desabafos sobre separações, problemas financeiros e outros até um pouco mais graves. Tentar ajudar sempre é possível, somos humanos, mas é importante lembrar que nesta relação – do nosso lado – existem marcas atreladas a qualquer decisão. Então, cada caso deve ser estudado e cuidado com atenção para não extrapolar limites e colocar todo o trabalho em jogo.

Por isso, para um bom histórico de relacionamento é importante começar com a seleção correta dos influenciadores. Com base nisso é possível construir uma relação estável, que trará bons frutos, contribuindo com a construção e fortalecimento de marcas e, porque não, relacionamentos.
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